Tempo que não aparece no CNIS: como provar e recuperar contribuições
Vínculo que sumiu, salário registrado a menor, período de autônomo que não consta. Quase sempre dá para recuperar — mas a prova tem regra.
Aposentadorias, auxílio-doença, BPC/LOAS, pensão por morte e revisões. Requisitos, prazos e o que fazer diante da negativa do INSS.
Vínculo que sumiu, salário registrado a menor, período de autônomo que não consta. Quase sempre dá para recuperar — mas a prova tem regra.
O benefício não é concedido por diagnóstico. É concedido por incapacidade para o seu trabalho — e essa diferença explica a maioria das negativas.
Depois da reforma, o valor deixou de ser integral e a duração passou a depender da idade de quem recebe. Duas mudanças que pegam as famílias de surpresa.
A carta de indeferimento diz o motivo. É ele que define se o caminho mais rápido é o recurso ou o processo.
Quem já contribuía antes de novembro de 2019 tem mais de um caminho possível. A diferença entre eles pode ser de anos de espera e de centenas de reais por mês.
A contribuição embutida no boleto do MEI dá aposentadoria por idade no valor de um salário mínimo. Para contar tempo de contribuição e alcançar regras de transição, é preciso complementar.
Depois da última contribuição, a proteção do INSS continua por 12, 24 ou até 36 meses conforme o caso. É essa contagem que decide auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte.
O benefício não é pago ao preso, e sim aos dependentes de quem contribuiu. O critério de baixa renda olha o que o segurado ganhava — não a situação da família — e há carência de 24 meses.
A Lei Complementar 142/2013 reduz o tempo de contribuição conforme o grau de deficiência e não foi alterada pela Reforma. Quem se enquadra costuma nem saber que se enquadra.
Se você já sabe do que precisa, vá direto ao ponto.
Cada caso tem particularidades que um artigo não alcança. Fale com o escritório e receba uma orientação sobre a sua situação específica, sem compromisso. Atendemos clientes em todo o Brasil.